Para assistir o vídeo com legenda, clique em "CC", embaixo e à direita do vídeo e escolha uma das duas opções de legenda, inglês ou português.
Essa vaga não é sua nem por um minuto
Este vídeo maravilhoso realizado pela TheGetz em Curitiba aborda sobre o respeito aos espaços reservados para deficientes físicos. Com uma forma bem simples e divertida, o vídeo nos mostra a importância de se respeitar estes espaços.
Animais não podem se proteger sozinhos
Essa campanha mostra animais que não sabem o que fazer com os itens de segurança pessoal, passando a idéia de que "Animais não conseguem se proteger sozinhos", como diz o slogan. A instituição pede ajuda financeira para poder continuar cuidando dos animais.
(furtado do Pudim de beterraba)
(furtado do Pudim de beterraba)
Estupidez
A estupidez é infinitamente mais fascinante que a inteligência.
A inteligência tem seus limites.
A estupidez não.
(Claude Chabrol, cineasta francês)
A inteligência tem seus limites.
A estupidez não.
(Claude Chabrol, cineasta francês)
Surpreendente discurso de um veterano de guerra
Neste pequeno vídeo, um soldado das Forças Armadas dos Estados Unidos faz um discurso baseado em sua experiência de guerra. Ele deixa claro quem são as vítimas e os inimigos nestas guerras, onde o lucro é o único objetivo.
Legenda em Português
Duração: 4:40 min
Fonte: (Doc Verdade)
Entrevista com Robert Happé - Somos todos apenas um
Nossa vida é uma jornada, é um grande caminho de aprendizado para encontrar o reino de Deus. Quanto mais rico o tesouro, mais árdua será a conquista. Os grandes mestres da humanindade já diziam que "estreita é a porta, e o caminho é angustiante"; "de mil homens um se põe a caminho, e de mil caminhantes chega apenas um"; é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha...".
Mas onde está o reino de Deus? Segundo Jesus Cristo e outros mestres, dentro de nós mesmos.
Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil.
Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.
Fonte: Centro de Educação Espiritual Robert Happé
Mas onde está o reino de Deus? Segundo Jesus Cristo e outros mestres, dentro de nós mesmos.
Nesta ótima entrevista, Robert Happé nos dá uma aula sobre este tema.
(Daniel Botelho)
parte 1
parte 2
parte 3
parte 4
Robert Happé nasceu em Amsterdã, Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve – Índia, Tibet, Camboja e Taiwan.
Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil.
Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.
Fonte: Centro de Educação Espiritual Robert Happé
Dizia Voltaire
"O maior dos crimes, pelo menos o mais oposto à finalidade da natureza, é a guerra. No entanto, não há um só agressor que não tinja essa malfeitoria com o pretexto da justiça."
VOLTAIRE (1694-1778), filósofo e escritor francês.
VOLTAIRE (1694-1778), filósofo e escritor francês.
Abuela Grillo
Adaptado de um mito do povo Ayoreo, que vivem em uma região de semi-árido da Bolívia. Animação de curta metragem produzido no The Animation Workshop na Dinamarca, pela Comunidad de Animadores Bolivianos que tem apoio do governo da Dinamarca, em conjunto com o The Animation Workshop, Nicobis e Escorzo.
Esta ótima animação é sobre a questão dos povos que lutam por água.
Idioma: Sem idioma
Duração: 10 minutos
Esta ótima animação é sobre a questão dos povos que lutam por água.
Idioma: Sem idioma
Duração: 10 minutos
Bela propaganda de 125 anos da Coca-Cola
A Coca-Cola me surpreendeu hoje, quando vi acidentalmente este vídeo publicitário no Youtube. Esta propaganda é em comemoração dos seus 125 anos e trás o slogan: “125 anos abrindo a felicidade”.
Para uma comemoração tão significativa, usaram o velho recurso publicitário do “sentimentalismo barato”. Ao pesquisar na internet, vejo que realmente funcionou. A propaganda é realmente bonita e emocionante e muitas pessoas comentam sobre o quão é fofa!
O uso apelativo de um coral de crianças cantando a belíssima música “Whatever” do Oasis é plano de fundo para a mensagem de que “um mundo melhor é possível”, vendendo a idéia de que a Coca-Cola é uma empresa com responsabilidade social e ecológica.
Aqui pretendo fazer minha análise sobre algumas frases que me chamou atenção neste vídeo.
“Enquanto o meio ambiente ainda sofre
98% das latinhas de aluminio são recicladas no Brasil”
A Coca-Cola nunca foi uma empresa com responsabilidade ambiental e preocupada com sustentabilidade. Para cada litro de Coca-Cola produzido, são gastos 9 litros de água potável. Cada uma das fábricas da Coca-Cola gastam diariamente uma média entre 1 e 1,5 milhões de litros de água potável. Quando não se apropriam de alguma nascente de água, fazem o bombeamento direto do lençol freático.
Existem casos de lugares que nunca sofreram com falta de água, mas que passaram a ter este problema após a instalação de fábricas da Coca-Cola, que secou lençóis freáticos através da extração exagerada de água. Muitas vezes, de forma clandestina.
Essa, como qualquer outra grande indústria, gera grande quantidade de lixos tóxicos e com isso, DOENÇAS. Houveram casos em que a Coca-Cola distribuiu seu lixo tóxico para os agricultores locais usarem como adubo nas plantações. Pesquisas mostraram que o material continha uma enorme quantidade de cádmio e chumbo, ambas substâncias cancerígenas e também causadoras de outras doenças.
Para cada tanque fabricado no mundo
São feitos 131 mil bichos de pelúcia.
Os publicitários ainda acreditam que somos todos uns retardados? Quem é que não sabe que a Coca-Cola teve e ainda tem forte ligação com as guerras norte americanas?
Durante a Segunda Guerra Mundial, com uma crise comercial em todo o mundo, a Coca-Cola descobriu sua tática para se expandir comercialmente: vender seus refrigerantes para as tropas. Preciso lembrar que esse refrigerante tem comprovadamente propriedades viciantes? Após o final da Segunda Guerra Mundial a Coca-Cola, com apoio do governo americano e das Forças Armadas, já havia chegado em paises da Europa, além de Egito, Islândia e Irã. A Força Aérea de Natal, utilizada pelos norte americanos, foi quem trouxe a Coca-Cola para o Brasil. A relação “Coke-US Army” continua ainda nos dias de hoje. Nestes termos, não se pode ficar espantado quando essa nova propaganda diz que “para cada arma que se vende no mundo, 20 mil pessoas compartilham uma Coca-Cola”. Mas o que espanta de verdade é sem dúvida quando ela fala que “para cada tanque fabricado no mundo, 131 mil bichos de pelúcia são fabricados”: E DAÍ? Isso é algum tipo de consolo para as milhões de crianças que sofrem com a guerra financiada pela indústria norte americana? Por acaso estão trocando pernas e vidas de crianças árabes por Mickeys de pelúcia made in USA? Ou estes bichinhos de pelúcia são somente recompensas para as crianças felizes e ricas dos países que não fazem parte do “eixo do mal”?
Na internet, AMOR tem mais resultados que MEDO.
Como pesquisa na internet sim. Mas para muitos governos, empresários e publicitários, o MEDO é o que trás maiores resultados. O governo norte americano usa o MEDO para conseguir apoio mundial para as suas infinitas guerras e a Coca-Cola usa as guerras para sua expansão comercial.
Depois das campanhas do MEDO, sempre tem as campanhas reconfortantes como essa da Coca-Cola.
Existem razões para acreditar.
Os bons são maioria.
Campanhas diversas
Para se fazer um casaco de peles são necessários 120 filhotes.
Em Israel, milhares de mulheres são forçadas a se prostituirem. Não seja um cúmplice!
Mais de 50% dos suicídios são cometidos por idosos.
Justamente quando você iria começar a reciclar.
Cuidado com os veículos ao usar fones de ouvido.
Não compre lembranças de animais exóticos.
Se você não ajudá-los a se alimentarem, quem o fará?
Detenha as mudanças climáticas antes que elas te mudem
Garota perfeita! Nova!
Super esbelta!
Usar com cuidado. Vida útil curta.
Super esbelta!
Usar com cuidado. Vida útil curta.
Ajuda para pessoas com distúrbios alimentícios
O aquecimento global afetará a todos
Na Índia, todos os anos, centenas de mulheres são assassinadas somente por serem mulheres
Certas coisas se agarram para sempre
Não trates os outros como não gostaria que te tratassem
Você pode perder mais que a paciência
Mais de 300.000 crianças são violentadas por ano na Alemanha
Água contaminada mata mais crianças que a guerra
Tudo que vai, volta!
A Big Ant International ganhou o prêmio “Gold Pencil” (Pincel de Ouro) na categoria Design (Poster de Serviço Publico) do One Show Design Awards. Criatividade é o que não faltou nos posters em campanha ao fim da guerra no Iraque. Nos posters estão escritos “What goes around, comes around” algo do tipo: “Tudo que vai, vem de volta”. Lembrando que na minha insignificante opinião, a campanha vale para qualquer tipo de guerra. (texto furtado do Cambalacho.com)
Clique nas imagens para ampliar.
Clique nas imagens para ampliar.
Trato Ético com os Animais
Uma imagem vale mais que mil palavras ou mais que mil anos de tradição.
Uma campanha da ATEA (Asociación para un Trato Ético con los Animales) utiliza essa magnífica foto para sua campanha contra o maltrato contra os animais.
Uma campanha da ATEA (Asociación para un Trato Ético con los Animales) utiliza essa magnífica foto para sua campanha contra o maltrato contra os animais.
O atirador, o bullying e você.
Não vim com o intuito de aprovar ou desaprovar a ação de Welington Menezes de Oliveira, o atirador que matou 12 crianças em uma escola do Rio de Janeiro. Penso que a questão é muito séria para ser tratada como vem sendo, pela mídia, pelos políticos e pela sociedade como um todo.
![]() |
Wellignton Menezes |
Ao assistir os vídeos liberados pela polícia, onde Welington lê seus manifestos antes da sua ação, podemos refletir muito sobre o que está acontecendo.
As agressões físicas, verbais e morais são coisas antigas em nossa sociedade, e inclusive dentro das escolas. Os mais diversos preconceitos rondam por entre nós e nunca foram coisas consideradas "anormais". Muito pelo contrário, fazem parte da nossa "normalidade humana". Essa é a questão: o ato de pensar que as coisas são normais, quando não são, é chamado de "Normose", (uma doença), segundo o grande Professor Hermógenes.
Recentemente a nossa adorável mídia começou a falar com frequência sobre o bullying, a mais nova palavrinha americana em nosso vocabulário cotidiano. Convenhamos que está na moda usar esta palavra e que até então ninguém falava a respeito.
O assunto sobre bullying teve uma repercussão ainda maior quando um vídeo no youtube fez grande sucesso, em que um garoto norte-americano, que sofria bullying todos os dias por ser obeso, se defendeu contra uma agressão física. O garoto foi considerado um herói por pessoas do mundo inteiro por se defender corajosamente das agressões e se tornou um ícone.
Após o chocante assassinato praticado pelo Welington, o assunto bullying volta a tona. Realmente algo sério a ser tratado pela sociedade. Mas a questão é: isso é reflexo das ações de nossa sociedade cada vez mais competitiva, é reflexo da educação dada por pais preconceituosos, reflexo de uma competitividade de grupos diversos, reflexos de um capitalismo selvagem, reflexos de uma programação televisiva imbecil e desinformativa, reflexo das chamadas ditaduras da moda e da estética, e várias outras coisas. E isso não é nada novo.
Exemplos valem mais que conselhos: Filhos de pessoas preconceituosas terão atitudes preconceituosas. É fato. E cada ação tem sua reação. Ao julgar um pobre, um gordo, um negro, um homosexual, um aleijado ou seja lá o que for, acredito que se lembrará das palavras desse "atirador".
Certo ou errado, acredito que Welignton passou uma mensagem que deve ser estudada com muito cuidado pela sociedade. Afinal, Jesus foi o único cristão que conseguiu dar o outro lado do rosto para um tapa. E olhe lá!
Eu quero democracia!
Há alguns anos a Sociedade Internacional para os Direitos Humanos (ISHR) lançaram esta campanha muito criativa com a utilização de tipografias. Trata-se de uma campanha a favor da democracia. Ajude-nos a divulgar!
clique nas imagens para ampliar.
A ISHR é uma ONG independente de governos ou grupos religiosos, que luta pelos direitos humanos em todo o mundo, baseando-se na Declaração Universal dos Direitos Humanos proclamada pelas Nações Unidas em 1984. Seu objetivo é promover a compreensão internacional e a tolerância cultural em todas as áreas da sociedade.
clique nas imagens para ampliar.
A ISHR é uma ONG independente de governos ou grupos religiosos, que luta pelos direitos humanos em todo o mundo, baseando-se na Declaração Universal dos Direitos Humanos proclamada pelas Nações Unidas em 1984. Seu objetivo é promover a compreensão internacional e a tolerância cultural em todas as áreas da sociedade.
Em nome de Deus
Em nome de Deus católicos criaram a Inquisição;
Em nome de Deus anglicanos criaram o Colonialismo;
Em nome de Deus judeus criaram o Sionismo;
Em nome de Deus luteranos criaram o nazismo;
Em nome de Deus batistas criaram o Imperialismo;
Juntos louvam a Yankeezação batizada de globalização;
Que acusa mulçumanos de fanatismo;
Tudo em nome de Deus!
Pobre diabo...
Pobre humanidade...
por Georges Boudorkan, jornalista e escritor, autor de A incrível e Fascinante História do Capitão Mouro, de O Peregrino e Vozes do Deserto.
Carta a um amigo norte americano
Sobre duas crianças: uma americana e uma árabe
Querido Jhon,
Sei que você imagina o quanto lamento tudo o que ocorreu no seu país. Não me sai da cabeça a imagem do avião mergulhando no edifício, a explosão de fogo, o corpo que cai, o desabamento das torres, as ruinas. A minha incredulidade persiste. Embora as cenas mais violentas de guerras, de sangue, de seres humilhados, espancados, famintos, assassinados me sejam mostradas todos os dias, ainda me repugnam. Soube que você assistiu a tudo da janela da casa de seu filho, e também posso imaginar o que sentiu e está sentindo. Nós, escritores, pela própria natureza de nosso trabalho, gostamos de nos pôr no lugar do outro, para olhar o mundo com olhos diferentes. E fico imaginanddo se tudo tivesse ocorrido aqui no Brasil. Não sei se seríamos capazes de não sentir ódio. Sei apenas que somos diferentes de vocês. E não temos poder sobre o mundo. Isso nos livra de certas decisões e responsabilidades. Mas não nos livra de outras. Temos a sorte de nosso índios não serem vingativos, nem nossos negros, nem os paraguaios com quem travamos uma guerra absurdamente cruel; nem nossos pobres. Mas também temos nossas pequenas guerras por aqui. Também vivemos uma espécie de estado de terror, diante das desigualdades, da miséria e da violência.
Tenho duas crianças em minha vida que se torrnaram símbolos do momento que vivemos. Meu neto, Raphael, nasceu na América do Norte. É um menino de cabelos dourados, pele rosada, sorriso encantador e muito afetuoso. tenho-o visitado sempre, acompanho seu florescer, suas descobertas, seu crescimento. Sinto por ele o amor mais profundo e indestrutível. Raphael tem uma espécie de irmão, um menino que tem também nome de anjo, Miguel, e que hoje está com 7 anos; tive a sorte de tê-lo em meus braços, como se fosse sua segunda mãe, desde seus primeiros meses de vida. Miguel descende de Árabes (ou fenícios, segundo alguns libaneses se consideram), tem aquele nariz longo, os olhos amendoados e doces, um jeito tão diferente quanto você e eu, são iguais, são o mesmo ser, como você e eu. Você sabe do que eu estou falando, você que, tão branco e tão louro, tem netos negros. Você que misturou a África em seu sangue e a acolheu em seu coração. Você que ama tanto o Brasil. O que eu quero dizer é o quanto me preocupa que essas crianças possam ter ressentimentos, ou mesmo ódio entre si, por suas origens, pela história de seus povos. Isso não pode acontecer. A tolerância entre todas as culturas é a única saida para o mundo. A responsabilidade sobre o terror é extremamente complexa, ele tem muito de suas origens no desespero a que leva a exclusão social e a humilhação da identidade. E, me parece, tem seu âmago na questão entre Israel e Palestina. Mas espero, como alguém que tem uma vida de trabalho, digna e honrada, que os povos poderosos ajam de acordo com os princípios mais elevados da civilização que desejam defender.
Perguntei a meu filhom que é filho de imigrantes italianos, e vive na Califórnia, se não seria melhor vir passar um tempo aqui. Falei-lhe sobre o risco de novos atentados terroristas, do uso de arsenais nucleares. Ele me disse que ama o Brasil, e se nossa terra vier a correr algum perigo ele retornará. Mas foi para a América do Norte em busca de oportunidades de aperfeiçoamento e independência financeira. Queria uma vida mais segura, um lugar onde pudesse criar seus filhos sem medo. Conseguiu as suas oportunidades, aprroveitou-as. Agora não está mais seguro. Mas não se sentiria um homem de verdade se viesse a se reffugiar "como um mmedroso". Respeito-o hoje ainda mais, por sua atitude. O que posso fazer, então? Assino manifestos em favor da paz, converso com as pessoas, especialmente os jovens, sobre o problema, escrevo minhas impressões, e rezo. Rezo para que Deus, ou Alá, ou Buda, ou seja Ele quem for, nos proteja e ilumine. Tudo isso vai causar muito caro a todos nós.
por Ana Miranda, escritora, autora de Boca do Inferno e outros livros.
Receita para matar um Sem-Terra
Tome um agricultor
Desplantado de sua terra,
Desfolhe-o de seus direitos,
Misture-o à poeira da estrada
E deixe-o secar ao sol.
Deposite-o, em seguida,
No fundo do descaso público.
Adicione a injúria da baderna.
Derrame o pote de horror ao pobre
Até obter a consistência do terror.
Acrescente uma dose de mau presságio
E salpique, com a mão do ágio,
Denunciosas fatias de pedágio.
Deixe repousar no silência
A ganância grileira,
As áreas devolutas,
A saga assassina
De quem semeia guerras
Para amealhar terras.
Ferva a mentira
No calderão oficial
Até adquirir densidade
Em rede nacional.
Sirva à repressão
Impunemente
Na bandeja do latifúndio.
Texto de Frei Betto publicado na Caros Amigos, Dezembro de 2000.
A guerra que você não vê
(Grã-Bretanha, 97min - Direção:John Pilger)
Comentário oficial: "The War You Don’t See" é uma investigação poderosa e oportuna sobre o papel da mídia na guerra, traçando a história das reportagens independentes e incorporadas da carnificina da Primeira Guerra Mundial à destruição de Hiroshima, e desde a invasão do Vietnã à atual Guerra do Afeganistão e o desastre no Iraque. Como as armas e propaganda se tornam ainda mais sofisticados, a natureza da guerra está se desenvolvendo em um "campo de batalha eletrônica", em que os jornalistas desempenham um papel fundamental, e os civis são as vítimas.
Inclui uma entrevista com WikiLeaks fundador e editor-chefe Julian Assange.
(Fonte- Doc Verdade)
Torrent
Agradecimentos a Allan J. Spessoto e Leo DeVito pela sugestão e link
Megaupload (Novo)
Legendas (Novo)
Opção de legenda e torrent
Difamação - A indústria do antisemitismo
Assim como Norman Finkelstein, um professor estadunidense (e judeu) escreveu um livro no qual expõe como funciona o que ele chama de “A indústria do holocausto”, Yoav Shamir, um cineasta israelense (e judeu), realizou o filme documentário Defamation (Difamação) que revela o que poderíamos chamar de “A indústria do antissemitismo”.
Trata-se de um filme imprescindível para entender os interesses que movimentam essa “indústria”. A verdade, como podemos depreender deste documentário, é que o antissemitismo passou a ser a fonte de riqueza e poder para muitos elementos oriundos da cúpula das comunidades judaicas estadunidenses que, aliados aos interesses da extrema direita israelense, não desejam seu fim, nem seu abrandamento. Muito pelo contrário, para desfrutar de seus privilégios (e para justificar suas políticas anti-palestinas, no caso de Israel), esses grupos procuram fazer de tudo para que o antissemitismo nunca deixe de estar em pauta.
Se não houver mais o perigo real (como o documentário nos dá a entender que é o que ocorre na prática), é preciso recriá-lo através de todos os mecanismos emocionais possíveis.
O documentário também deixa claro que há muitos judeus, religiosos ou não, que não concordam com a manipulação do sofrimento de seus antepassados para o benefício espúrio de grupos de poder da atualidade.
(Comentários de Jair de Souza:)
(Fonte - Doc Verdade)
Sobre ser humano
O absurdo é o mal, a guerra, um homem matando outro, e não é por paixão. O absurdo é que jamais seremos SERES HUMANOS se não aceitarmos nossos inimigos.
- Henry Miller (1891-1980), escritor americano.
- Henry Miller (1891-1980), escritor americano.
Pensamento do dia
Unimultiplicidade

Tom Zé, o grande gênio de Irará compôs esta canção para o Fórum Social Mundial. E ele foi lá e cantou:
Cada homem é sozinho
A casa da humanidade.
Não tenho nada na cabeça
A não ser o céu.
Não tenho nada por sapato,
A não ser o passo,
Só traço a linha do futuro.
E o futuro tem caminho
Na unimultiplicidade,
Pois cada homem é sozinho
A casa da humanidade.
Não tenho nada no Guaíba
A não ser a vida,
Não tenho nada nas estradas,
Só uns amigos meus,
Não tenho nada com as águas,
Somente o berço original
E esse berço se abraça
Na unimultiplicidade,
Pois cada homem é sozinho
A casa da humanidade.
Confira a versão da cantora Ana Carolina
Assinar:
Postagens (Atom)